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Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de DeusRomanos 3.23

Segundo o Doutor Martyn Lloyd-Jones, pastor e médico Gales do século XIX, os cristãos são pessoas que vivenciam a convicção do pecado, que conhecem o arrependimento e que possuem uma nova vida, como resultado de um renascimento.

Existem pessoas, e não são poucas, que julgam a eternidade como algo opcional e por isso vivem o tempo presente como se ele nunca fosse acabar ou se acabar, depois terão domínio sobre o que há de acontecer! Religiões apetecem o paladar carnal, de quem decidiu viver apenas essa vida com filosofias supersticiosas que determinam reencarnação, purgatório ou simplesmente morte eterna da alma como um estado de desaparecimento do ser.

Certa vez, num embate com um adepto da reencarnação, argumentei que se ele estivesse certo eu não teria problemas, mas se o que creio é verdade, ele estaria em sofrimento intenso e eterno para sempre. Outros insistem em negar a existência do pecado, ou ainda, afirmam – ao menos para si mesmos –  que o que a Bíblia chama de pecado, não é pecado.
Todavia, tanto as filosofias, que na verdade são teorias sem fundamento, bem como as distorções sobre o que é e como deve ser tratado o pecado, não anulam a verdade divina revelada pelo Livro dos Livros, a Palavra de Deus!

Todos são pecadores e por causa disso, estão separados de Deus, mas em seu infinito amor e misericórdia, o Criador elaborou um plano de salvação que culmina na figura de um substituto, o seu próprio filho Jesus Cristo, para cumprir a pena que deve ser imposta a todo pecador – a morte!
Esse plano de salvação é acessível a todos os que creem e recebem a Jesus Cristo como seu Salvador, e todos precisam disso para serem salvos, porque não há outro caminho ou possibilidade.

Creia e seja salvo ou não creia e seja condenado. A decisão é sua!

Fonte: Pastor Joel Stevanatto ( www.joelstevanatto.com.br | www.obpcmandaqui.com.br )

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